Rebimboca da Parafuseta

Isso é problema da rebimboca da parafuseta, que coisa não?
Muitos já ouviram falar na tal rebimboca da parafuseta, mas o que realmente é isso?
Na verdade é qualquer coisa, como também não é nada. Até o exato momento, nunca foram criadas peças de automóveis com o nome de rebimboca da parafuseta, comercialmente falando. Quem sabe aquele mecânico de confiança lá da esquina, do tempo da Brasília e do Fusca se referencia como rebimboca da parafuseta alguma presilha, etc, mas até hoje nada oficial.
Essa expressão, teve seu surgimento oficialmente desconhecido, dizem que os mecânicos usam essa expressão quando querem enrolar alguma mulher para explicar o defeito do carro, ou então de uma forma irônica, tirando sarro. Não podemos negar que soa bem, que é uma expressão engraçada.
Até mesmo no seu Aurélio, famoso dicionário, não consta nada, nem como rebimboca e muito menos parafuseta.
Então bom proveito e use como bem entender.
Não esqueça de deixar seu comentário, que é muito importante.

Como funciona um Para-Raio

Para-raio, um sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Ele serve para proteger a nossa infraestrutura, como por exemplo torres de transmissão de energia, antenas de TV e os prédios onde moramos. Dessa mesma forma ele protege a vida das pessoas que habitam e trabalham nesses locais.

para-raio

Na imagem acima podemos verificar um para-raio do tipo Franklin instalado em uma torre que funciona como um farol de sinalização.

 

Entendendo um pouco de raio

A formação do raio se inicia com o acúmulo de energia elétrica nas nuvens. Teorias dizem que é devido ao atrito entre as massas de ar que geram uma eletricidade estática, outras dizem que essas cargas elétricas são geradas pelas diferenças de temperatura entre as massas de ar.

Com uma grande carga acumulada, essa energia é descarregada para um ponto de menor potencial elétrico, através do ar ionizado. Quando enxergamos o raio é devido ao ar que se tornou um condutor, na casa de 3 mil volts por cm de distância entre as partes.

para-raio

Os raios podem ocorrer de 3 tipos:

1 – Entre nuvens.

2 – Entre a nuvem e a terra, ou um objeto ligado a terra.

3 – Entre a terra e a nuvem, subindo ao invés de descer.

O primeiro caso, ocorre quando uma nuvem possui uma carga menor que a outra. Como as cargas elétricas tendem a se anular, os elétrons irão se deslocar de uma nuvem para a outra ocasionando o raio entre as nuvens.

O segundo caso, que é o mais comum, ocorre quando uma nuvem eletricamente carregada se aproxima de um ponto com uma carga nula ou eletricamente menor. É o que ocorre quando um raio atinge um prédio ou uma árvore por exemplo.

O terceiro caso é semelhante ao segundo, só que com os potenciais de energia inversos. Nesse caso a nuvem pode estar carregada com uma carga negativa e o prédio com um potencial equivalentemente maior, que pode ser zero.

Voltando ao para-raio

O para-raio, é uma haste metálica, normalmente com algumas pontas, ligada por um condutor até a terra. Como a terra é um mar de elétrons vai fazer com que elétrons estejam presentes na ponta do para-raio. Como a energia elétrica sempre flui pelo caminho mais fácil, o raio irá atingir esse para-raio que será direcionado para a terra. Dessa forma protegendo a estrutura do prédio como todos os equipamentos elétricos e a vida das pessoas que vivem nele.

Basicamente os para-raios podem ser de 2 tipos:

Sistema de proteção tipo Franklin

elet_captorraio_3

Sistema de Proteção tipo gaiola de Faraday

elet_captorraio-2

O Sistema radioativo não é mais utilizado atualmente e devem ser desativados por empresas especializadas.

Muito simples não?

Leia mais.

Deixe seu comentário abaixo.