Bolinha no dedo indicador

Bolinha no dedo indicador. Esse foi o nome que eu dei para o problema que aconteceu comigo devido ao uso intenso e repetitivo do computador, mais especificamente do mouse.

bolinha no dedo indicador

 

Surgimento da bolinha no dedo indicador

Ocorreu que no meu dedo indicador, mais precisamente na base dele, na junta que liga com a mão, apareceu uma bolinha. Essa bolinha incomoda toda vez que eu vou pegar alguma coisa com força e aperto bem encima dela. Não por coincidência, mas por esforço repetido, essa bolinha surgiu bem na articulação que é utilizada no mouse, para fazer o duplo clique e também para rolar o scrool.

Fui ao médico para identificar o que era, e ela foi batizada de “Cisto Sinovial de Polia“.

Esse cisto é composto de um liquido espesso que lubrifica a articulação e que por alguma lesão, devido ao uso constante do mouse, se acumulou formando o cisto. Por ser um liquido espesso, ele não é facilmente absorvido pelo organismo e dificilmente irá sumir sozinho. Eu cheguei a fazer fisioterapia, mas não adiantou em nada ficar tomando choque para desmanchar a bolinha.
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 CLIQUE NA IMAGEM ACIMA

O próximo procedimento que eu terei de adotar, é procurar um cirurgião de mão e retirar o cisto cirurgicamente. O problema é que tem grande chance de aparecer outro cisto em lugares adjacentes. No caso, próximo ao cisto retirado cirurgicamente.

Na figura abaixo, poderão ter uma noção dos lugares mais propícios para o aparecimento da tal bolinha.

bolinha no dedo indicador

O cisto sinovial é mais comum ocorrer no pulso, como pode-se observar nas imagens deste post e também é relacionado ao uso intensivo do computador. Se você está com esse problema o correto é consultar o seu médico para verificar qual o melhor tratamento.

Bolinha no dedo indicador

Para evitar que ocorra o cisto sinovial e muitas outras doenças relacionadas ao esforço repetitivo, segue um vídeo com uma aula de alongamento que você pode realizar diariamente da mesa do seu escritório.

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Sensação Térmica

Sensação Térmica

Sensação Térmica

Hoje iremos falar um pouco sobre a sensação térmica, será que isso realmente existe, ou é somente mais um mito?

Diariamente olhando algum telejornal ou até mesmo na internet, procuramos saber a previsão do tempo para a nossa cidade, a fim de não pegarmos uma chuva de surpresa no decorrer do dia, assim como também não passarmos frio ou calor.

Ao dar a notícia o homem do tempo fala o seguinte: Na cidade Fulana de tal, a temperatura máxima será de 20 graus e a mínima 15, com uma sensação térmica de 10 graus. Mas que raio é isso de sensação de 10 graus?

Sensação Térmica Como Funciona

Ela se dá pelo efeito do vento, que ao passar pelo nosso corpo retira calor pelo fenômeno físico da convecção, nos dando a sensação de que o dia está muito mais frio do que realmente é.

A mesma coisa acontece com o calor.

A concentração do calor do sol no concreto e asfalto das nossa grandes cidades, faz com que o ar nesses locais se aqueça. Esse ar quente ao passar pelo nosso corpo aumenta a nossa temperatura corporal aumentando a nossa troca de temperatura com o ambiente.

Consequentemente nos dá a sensação que está muito mais quente do que aquela temperatura medida pelo termômetro.

E agora como saber a temperatura da sensação térmica?

Pois bem, o homem do tempo utiliza de uma tabela de conversão, na qual olha-se a temperatura ambiente, juntamente com a velocidade do vento, chegando em um valor aproximado da sensação térmica.

A sensação térmica varia de pessoa para pessoa,  como também é influenciada pela umidade relativa do ar, por isso que é um valor estimado.

Para consultar a tabela de conversão e saber mais informações, acesse o site do Instituto Nacional de Meteorologia:
http://www.inmet.gov.br

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Como funciona um Para-Raio

Para-raio, um sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Ele serve para proteger a nossa infraestrutura, como por exemplo torres de transmissão de energia, antenas de TV e os prédios onde moramos. Dessa mesma forma ele protege a vida das pessoas que habitam e trabalham nesses locais.

para-raio

Na imagem acima podemos verificar um para-raio do tipo Franklin instalado em uma torre que funciona como um farol de sinalização.

 

Entendendo um pouco de raio

A formação do raio se inicia com o acúmulo de energia elétrica nas nuvens. Teorias dizem que é devido ao atrito entre as massas de ar que geram uma eletricidade estática, outras dizem que essas cargas elétricas são geradas pelas diferenças de temperatura entre as massas de ar.

Com uma grande carga acumulada, essa energia é descarregada para um ponto de menor potencial elétrico, através do ar ionizado. Quando enxergamos o raio é devido ao ar que se tornou um condutor, na casa de 3 mil volts por cm de distância entre as partes.

para-raio

Os raios podem ocorrer de 3 tipos:

1 – Entre nuvens.

2 – Entre a nuvem e a terra, ou um objeto ligado a terra.

3 – Entre a terra e a nuvem, subindo ao invés de descer.

O primeiro caso, ocorre quando uma nuvem possui uma carga menor que a outra. Como as cargas elétricas tendem a se anular, os elétrons irão se deslocar de uma nuvem para a outra ocasionando o raio entre as nuvens.

O segundo caso, que é o mais comum, ocorre quando uma nuvem eletricamente carregada se aproxima de um ponto com uma carga nula ou eletricamente menor. É o que ocorre quando um raio atinge um prédio ou uma árvore por exemplo.

O terceiro caso é semelhante ao segundo, só que com os potenciais de energia inversos. Nesse caso a nuvem pode estar carregada com uma carga negativa e o prédio com um potencial equivalentemente maior, que pode ser zero.

Voltando ao para-raio

O para-raio, é uma haste metálica, normalmente com algumas pontas, ligada por um condutor até a terra. Como a terra é um mar de elétrons vai fazer com que elétrons estejam presentes na ponta do para-raio. Como a energia elétrica sempre flui pelo caminho mais fácil, o raio irá atingir esse para-raio que será direcionado para a terra. Dessa forma protegendo a estrutura do prédio como todos os equipamentos elétricos e a vida das pessoas que vivem nele.

Basicamente os para-raios podem ser de 2 tipos:

Sistema de proteção tipo Franklin

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Sistema de Proteção tipo gaiola de Faraday

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O Sistema radioativo não é mais utilizado atualmente e devem ser desativados por empresas especializadas.

Muito simples não?

Leia mais.

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